Quando levamos um cão que adotamos para casa, nos perguntamos, é conveniente um comedouro alto? Ou é melhor que o comedouro esteja no chão?

As vantagens do comedouro alto

Muitos especialistas recomendam o uso de um comedouro elevado, por várias razões:

  • Higiene. Quando os cães bebem (e também quando comem), eles possuem a tendência de levantar a cabeça, para facilitar a passagem dos alimentos para seu estômago. Dessa forma, quando utilizamos comedouros ​​no solo, a comida e sobretudo a água que não passam pela sua garganta caem no chão.
  • Outro aspecto importante relacionado com a higiene é o da umidade normalmente criada embaixo de um bebedouro que fica no chão, o que promove a proliferação de fungos e bactérias.
  • Artrite. Os comedouros situados no chão podem causar algum desconforto para os animais que têm tensão muscular ou problemas nas costas. Em muitos casos, nosso mascote terá dificuldade para se curvar e comer.
  • Não devemos esquecer de que nosso cão, na última fase de sua vida ou se está doente, terá menos apetite na hora de comer e lhe custará muito mais trabalho para fazê-lo. O melhor é um comedouro elevado.
  • Há cães que têm um problema específico, chamado mega esôfago(este é grande e flácido). Em vez da comida passar diretamente para o estômago, ela fica “presa” no esôfago. Por isso, um alimentador alto pode ajudar para que a comida desça para o estômago.

A escolha do comedouro alto

O comedouro alto que vamos instalar no espaço onde nosso mascote irá comer deve se adequar a determinadas variáveis. Por um lado, o tamanho e as características físicas do cão; por outro, como é a estadia, o espaço disponível, o material do comedouro, etc.

Há uma ideia muito simples da qual partir. Cães de grande porte precisam de tigelas grandes para sua comida. Os cães pequenos, de tigelas menores.

Para escolher o comedouro elevado ideal, a primeira coisa que podemos fazer é medir a altura do nosso amigo. Que referências iremos tomar? Normalmente, o ponto mais alto de suas omoplatas e dez ou quinze centímetros a menos desse ponto.

Alguns tipos de comedouro elevado

Os alimentadores em forma de cone ajudam os cães de orelhas mais longas a não deixar as orelhas cair na comida e na água, manchando-as. Para algumas raças de cães, pode ser muito útil.

Comedouros rasos

Estes comedouros são indicados para cães com um focinho mais chato, e também para os filhotes. A vantagem é que os cães com estas características poderão facilmente chegar à comida, evitando muita tensão em suas gargantas.

Comedouro elevado profundo

Estes dispositivos foram projetados para cães com focinho longo. Com estes comedouros, terão mais espaço para o seu nariz e boca, e o acesso à comida será simples.

Comedouros lentos

Os fabricantes de comedouros também pensam no caso de cães glutões, ou que ingerem comida com muita velocidade.

Geralmente, são tigelas com barreiras que dificultam o acesso à comida e tornam possível que o animal se alimente mais lentamente.

A principal vantagem dos comedouros lentos é que o cão irá melhorar a digestão e a absorção de nutrientes. Geralmente são recipientes com bordas superiores elevadas e com borda inferior protegida com algum material anti-derrapante.

Comedouros automáticos

A tecnologia atinge todos os setores, e também a questão de alimentarnossos animais de estimação. A utilidade principal é programar o comedouro para que nosso amigo peludo, quando estamos ausentes, possa ter alimento na quantidade e no horário que nós programarmos.

O material do comedouro

O aço inoxidável é a melhor opção para escolher o melhor comedouro para cães, e também o bebedouro. Este material é livre de corrosão e não desprende partículas nocivas. Em quesito higiene, nós podemos lavá-lo e higienizá-lo muitas vezes, e não irá perder suas propriedades.

A consulta com o veterinário

Podemos encontrar muitas indicações em cada tigela que encontrarmos no mercado, mas o mais adequado é perguntar ao nosso veterinário.

O profissional vai nos ajudar a decidir do que nosso animal de estimação realmente precisa, de acordo com as suas características físicas e com os problemas de saúde que pode vir a apresentar.

Não podemos nos esquecer de que alguns cães podem desenvolver alergias aos componentes da vasilha em que come, elevada ou não.

Os gatos têm convivido com os humanos durante cerca de 9 500 anos, conservando muitos de seus instintos intactos, por isso, em certas ocasiões, é difícil dizer se eles nos amam ou se, simplesmente, se aproveitam de nós.

Por esse motivo, hoje dedicaremos um tempo para meditar sobre isto. O que os gatos pensam das pessoas?

Os gatos são um dos animais de estimação prediletos no momento de se escolher um animal de companhia. Somente nos Estados Unidos, 80 milhões de gatos vivem em lares e, segundo as estatísticas, no planeta, existem 3 gatos para cada cão.

No entanto, ainda são muitas as coisas que nos faltam descobrir sobre estes felinos, por exemplo, como eles se sentem em relação aos seus cuidadores.

Tentando dar uma resposta para isto, alguns pesquisadores da Universidade de Bristol se dedicaram a observar um grupo de gatos domésticos durante alguns anos, chegando à conclusão de que, socialmente, os gatos nos percebem de uma maneira diferente da de outros animais de estimação, como os cães.

O que diz o estudo

O estudo baseou-se na análise da maneira que os gatos domésticos interagiam para, desta forma, se compreender sua estrutura social.

Através desta observação, determinou-se que os gatos têm diferentes dinâmicas que foram estruturadas em função de condições particulares, no desenrolar da vida do felino.

Por exemplo, foram encontradas diferenças nos gatos livres ou que vivem em colônias de rua, dos que vivem em abrigos.

Consideraram os padrões de brincadeiras (por exemplo, a forma como manipulam os brinquedos) e estudaram os diferentes comportamentos que eles têm durante o dia.

Uma das interações que mais chamou a atenção dos pesquisadores foram as que tinham os felinos com os humanos. Isto se deve ao fato que, no caso dos cães, é evidente que eles entendem que somos diferentes, portanto se relacionam de forma diferente a como o fariam com outros cães.

No entanto, no caso dos gatos, o comportamento social com relação aos humanos não é muito diferente do que teriam com outro gato e isto se evidência em atitudes, como pôr a cauda no ar, se esfregar ao redor de nossas pernas, ou se sentar junto a nós. É exatamente o que fazem os gatos entre eles. Deu para você ter uma ideia do que os gatos pensam das pessoas? Vamos prosseguir.

O que os gatos pensam das pessoas

Levando em conta as dinâmicas das brincadeiras observadas durante o estudo, concluiu-se que:

  • Os gatos têm noção sobre a diferença de tamanhos, mas não de que se trata de uma espécie diferente. Portanto, tratam as pessoas como um par (por isso eles se esfregam nos humanos, pois isso é algo que não fariam com uma criatura que consideram inferior).
  • Podem chegar a pensar que, como parceiros de brincadeiras, os humanos são lentos, portanto se irritam ou se entediam rapidamente.
  • Desfrutam da companhia das pessoas, uma vez que tenham se acostumado a elas. Isto se evidência muito na deterioração da saúdemental e física dos gatos quando eles são afastados de seus cuidadores.

Os pesquisadores puderam observar que, após separados de seus cuidadores, os gatos começaram a apresentar sinais de estresse e a desenvolverem problemas de pele e no sistema urinário. Também:

  • Sabem provocar reações específicas em seus cuidadores dependendo dos miados que façam, porque eles usam a vocalização para comunicarem aos seus cuidadores sobre diferentes tipos de necessidades.
  • Tratam diferente à cada membro de sua família humana, e isto se baseia na quantidade de benefícios que podem receber de um ou de outro.
  • A relação que os gatos têm com os seus cuidadores é similar à que teriam com sua mãe, por exemplo, amassar, levantar a cauda, se esfregar e ronronar.
  • Acham que as pessoas lhes pertencem, portanto ao lamberem ou se esfregarem em alguém, os gatos estão, na verdade, impregnando a pessoa com seu cheiro para “os marcar” como sua propriedade.

Olá! Hoje vamos falar de um tema que várias pessoas têm dúvidas: cães aprendem somente enquanto são filhotes ou os cachorros mais velhos conseguem aprender coisas novas?

Existe uma expressão em inglês que diz “You can’t teach an old dog new tricks” que, traduzindo para o português, ela quer dizer que você não pode ensinar novos truques para um cão velho. E apesar de ser uma frase que tem o cão como foco principal, ela é direcionada aos humanos. Na verdade, esse pensamento de que somente os filhotes aprendem é um mito!

Cães aprendem somente enquanto são filhotes – por que isso não é verdade?

Do ponto de vista de comportamento, é completamente possível um cão adulto (ou até mesmo idoso) aprender comandos, comportamentos e até truques para fazer gracinhas – e isso é ótimo para manter seu cão ativo, mentalmente estimulado e feliz.

Assim como as crianças, os filhotes e cães mais novos conseguem aprender com maior facilidade. Tente comparar uma criança e um adulto começando a estudar um novo idioma, como por exemplo o inglês. Enquanto o adulto tem algumas dificuldades e vícios, a criança tende a ter mais facilidade no aprendizado de algo novo. Mas isso não significa que com esforço e dedicação o adulto não possa aprender a língua inglesa.

Imagine que o cão pula nas pessoas, e ele fez isso a vida toda. Pra ele isso é e sempre foi normal. Seria como ensinar uma pessoa idosa, que sempre fumou cigarro em ambientes fechados (e era normal para a época), que hoje em dia ela não pode mais fazer isso.
Então treinar um cão adulto ou idoso para ele deixar de fazer um comportamento específico pode ser um pouco mais trabalhoso, mas não impossível e o esforço vale muito a pena. Essa mudança será benéfica tanto para o cão, quanto para o proprietário.

Mas assim como para nós, humanos, para treinar um cão mais velho é importante que a gente encontre algo que o motive. Pode ser um brinquedo favorito, petiscos, brincadeiras com o dono ou o que mais ele gostar.

É importante lembrarmos, também, que os cães com uma idade avançada já não possuem mais habilidades físicas tão grandes, então ensinar determinados truques que exijam mais fisicamente de um cão idoso pode ser mais trabalhoso e até contra indicado caso ele tenha alguma restrição de movimentos ou problemas nas articulações.

Eu mesmo já iniciei o treinamento de cães quando já eram mais idosos. Ensinei comandos básicos e alguns truques para Poodles de 12 anos! E acredite, não foi difícil.

Os cães, mesmo em idade mais avançada, precisam ser estimulados física e mentalmente. Eles gostam de aprender coisas novas e se mostram mais empolgados. Isso é fantástico!

Com um pouco de tempo e atenção, até o mais velhinho peludo pode aprender novos truques!

Um abraço e até a próxima.

É importante que o pote de ração seja do tamanho adequado para seu pet

Não é raro cães se tornarem obesos, principalmente pelo fato de tutores não saberem dosar de maneira adequada a alimentação do animal.  Seja porque o pote é grande demais e o bichinho come em excesso ou devido a petiscos que a família não deveria oferecer, a balança pode registrar uns quilinhos a mais e esse fato merece atenção. É importante entender a quantidade exata permitida para determinado tamanho e aprender a escolher o comedouro para cachorro.

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